Cuidados com os bebês no Carnaval

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Cuidados com os bebês no Carnaval

Cuidados com os bebês no Carnaval: A partir de que idade o pequeno pode ir à festa? Com que fantasia? O que levar para a folia? Saiba como manter a segurança e a saúde das crianças enquanto elas se divertem.

A partir de que idade as crianças podem ser fantasiadas, inclusive usando maquiagem?

As fantasias estão liberadas desde que sejam de tecido leve e arejado, como o algodão, e não apertem. Quanto menos adereços, melhor. Mantenha a criança longe principalmente de espadas, lanças e objetos pontiagudos. Capas devem bater, no máximo, na cintura da criança. Após os 2 anos, já se pode usar alguma pintura antialérgica, especialmente indicada para crianças. Procure marcas reconhecidas e use com parcimônia para evitar alergias e intoxicações.

A partir de que idade as crianças podem frequentar matinês de Carnaval em clubes?

Alguns clubes possuem divisão do bailinho por faixa etária (até 1 ano e meio/de 1 ano e meio a 3/acima dos 3), inclusive com serviço de babá. “Se o local fizer essa separação, não há problemas, pois elas podem se divertir sem correr riscos de serem empurradas pelas mais velhas“, diz Martha Maria Ferreira de Mattos, pediatra do Ambulatório de Pediatria Social do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

Que tipo de cuidado é necessário para proteger os bebês das consequências maléficas do sol?

A exposição ao sol deve ser restrita: até as 10 horas e depois das 16 horas. “Mesmo assim, lembrando de colocar um boné de aba larga e aplicar o filtro solar com fator mínimo de proteção número 30 a cada duas horas. Para as muito pequenas, com menos de 2 anos, recomendo ainda o uso de uma camisetinha“, diz Martha.

É fundamental que o protetor solar seja infantil, especialmente formulado para a pele delicada dos bebês, e assim evite processos alérgicos. E não é permitido usar filtro solar nos bebês menores de 6 meses de idade, por isso o banho de sol deles deve ser feito bem cedinho e por entre 15 e 20 minutos somente.

Outra recomendação importante e que muita gente esquece: não adianta deixar a criança debaixo do guarda-sol para ela não se queimar. “O mormaço também causa queimaduras e insolação (se não houver hidratação adequada)“, explica Cylmara.

A alimentação muda nesse período?

Não necessariamente. Mas, como muitas famílias viajam para praias nessa época, é preciso ficar de olho para não alterar demais a rotina da criança. Para começar, não relaxe nos horários das refeições e prepare um arsenal de lanchinhos para levar no isopor, evitando assim as perigosas tentações vendidas na areia. Valem água de coco, suco de caixinha, bolachas salgadas e doces sem recheio, biscoitos de polvilho, frutas pré-lavadas, sanduíches de pão com Polenguinho. “Ofereça a cada duas horas, pois, ao correr, nadar e fazer atividade fisica debaixo do sol, a fome é maior“, diz Cylmara.

Exclua do cardápio os salgadinhos e os refrigerantes. O excesso de sal de um e de açúcar do outro a quantidade de urina e os riscos de desidratação.

As crianças precisam de mais água do que normalmente?

Para manter a criança hidratada, é preciso oferecer água mineral pura o dia todo. “Se a criança toma pouco líquido e sua muito, pode ter uma insolação, que causa picos de febre e vômitos“, explica Cylmara.

A água de coco, os sucos naturais e os picolés de frutas de marcas conhecidas também são boas opções. Mas evite os refrigerantes e as bebidas isotônicas, que contêm excesso de açúcar e sódio.

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Fonte: Bebê Abril

2017-02-13T13:24:23+00:0007/02/2017|Cuidados com o bebê, Dicas, Sem categoria|0 Comentários